É de uma bestialidade sem tamanho “o kit fornecido para as escolas públicas pelo Ministério da Saúde, para “auxiliar” no Programa de Saúde e Prevenção”. O kit é uma ofensa a qualquer ser humano que ainda tenha o seu senso moral intacto, e nos obriga a unir forças contra esta corrupção moral da nossa sociedade; corrupção do governo que vai contra à mesma Constituição e que impõe a depravação como norma de conduta. Quem – em sã consciência – pode acreditar que ensinando as crianças de 12 anos “como colocar camisinha” estaremos educando alguém?
A Santa Igreja Católica no seu Documento “sexualidade humana: verdade e significado” – cuja introdução cito abaixo – é indispensável pois nos dá orientações educativas para a familia, orientações que t-o-d-o católico deveria ler, e viver:
Entre as múltiplas dificuldades que os pais encontram hoje, mesmo tendo em devida conta os diversos contextos culturais, está certamente a de poder oferecer aos filhos uma adequada preparação para a vida adulta, em particular no que se refere à educação para o verdadeiro significado da sexualidade. As razões desta dificuldade, que aliás não é de todo nova, são diversas.
No passado, mesmo quando da parte da família não se dava uma explícita educação sexual, todavia a cultura geral, marcada pelo respeito dos valores fundamentais, servia objetivamente para os proteger e conservar. A falta dos modelos tradicionais em grande parte da sociedade, tanto nos países desenvolvidos como naqueles em vias de desenvolvimento, deixou os filhos privados de indicações unívocas e positivas, enquanto os pais se acharam impreparados para dar as respostas adequadas. Este novo contexto é ainda agravado por um obscurecimento da verdade sobre o homem a que assistimos e em que age, entre outras coisas, uma pressão em direcção à banalização do sexo. Há portanto uma cultura em que a sociedade e os meios de comunicação a maior parte das vezes oferecem a esse respeito uma informação despersonalizada, lúdica, muitas vezes pessimista e além disso sem consideração pelas diversas etapes de formação e de evolução das crianças e dos jovens, sob o influxo de um distorcido conceito individualista da liberdade e num contexto privado de valores fundamentais sobre a vida, sobre o amor humano e sobre a família.
Então a escola, que se tornou disponível a desenvolver programas de educação sexual, fê-lo muitas vezes substituindo-se à família e o mais das vezes com intenções puramente informativas (no nosso caso, intenções de depravação total). Às vezes chega-se a uma verdadeira deformação das consciências. Os próprios pais, por causa da dificuldade e da falta de preparação, renunciaram em muitos casos à sua tarefa neste campo ou resolveram delegá-la noutra pessoa.
Nesta situação, muitos pais católicos voltam-se para a Igreja, a fim de que esta se encarregue de dar uma orientação e sugestões para a educação dos filhos, sobretudo na fase da infância e da adolescência. Em particular, os próprios pais manifestam às vezes a sua dificuldade diante ao ensino que é dispensado na escola e portanto trazido para casa pelos filhos. O Conselho Pontifício para a Família tem por isso recebido repetidos e prementes pedidos para que se possa dar uma directiva de apoio aos pais neste delicado sector educativo”.
Mais formação no blog sexualidadehumana.wordpress.com


[...] querendo ter os direitos da família; ONU e ONGs afins querendo tirar a potestade paterna; o governo querendo incentivando a pornografia; feministas impondo sua ditadura contra a mulher, e a Tv brasileira fazendo a cabeça dos seus [...]
[...] absolutamente nada que contribua para o bem comum. Como já disse aqui antes, é o império da calamidade pública moral no maior país [...]